✓ Referência no Brasil e no mundo em educação com apoio de inovação e tecnologia, a Geekie tem desenvolvido conteúdo qualificado sobre o cenário educacional. As iniciativas desenvolvidas pela Geekie estão entre as seis tecnologias mais inovadoras do mundo, de acordo com o Prêmio WISE, considerado o Oscar da Educação.
✓ Em análise recente, a equipe pedagógica Geekie traz insights que dialogam com as demandas do século XXI e como educar a geração Z.
São Paulo, 1 de julho de 2019
Para além do clichê que aponta as características comportamentais da geração Z, o sistema educacional tem sido desafiado a repensar a forma de educar esses jovens nascidos a partir de 1995.
Os nativos digitais não conhecem o mundo sem computadores e internet. Assim, eles têm uma relação estreita com a tecnologia e, não raro, questionam o fato dela não estar mais presente nas salas de aula. Debates de atualidades, espaço para a expressão de diferentes pontos de vista e insumos sobre inovação na perspectiva educacional são algumas das demandas desses estudantes.
Há sete anos, a Geekie integra tecnologia, educação e relações nas escolas, utilizando dados e evidências concretas para fortalecer o aprendizado individualizado, ativo e prazeroso. Dessa forma, a empresa tem produzido insights sobre o presente da educação, abrindo um diálogo qualificado sobre o ensino que conversa com o século XXI. Neste texto, a equipe de educadores Geekie sistematizou três drives da inovação dentro da educação.
Relatório Measuring Innovation in Education 2019: entendendo o contexto
A análise do relatório Measuring Innovation in Education 2019, conduzido pela Organization for Economic Co-operation and Development (OECD), revela os grandes propulsores da inovação e da melhoria na educação. De acordo com o documento, eles são os recursos humanos, fundamentais a um excelente ecossistema de inovação; organizações de aprendizagem; tecnologias digitais; regulamentação e organização do sistema de educação; investimento em pesquisa; e o desenvolvimento educacional genuinamente baseado em mudanças de práticas.
O mapeamento aponta que alguns desses pilares da inovação podem ser medidos e monitorados para que o país comece a construir um “índice de capacidade de inovação na educação”. A OECD, que congrega 35 países em torno do objetivo de promover políticas que visem o desenvolvimento econômico e bem-estar social, comparou cenários de países distintos de 2014 em relação a 2018.
Como a educação se reinventará para responder às megatendências que têm moldado o futuro das sociedades? Como preparamos os estudantes para o futuro que essa geração encontrará – não para o passado vivido pelos pais e educadores?
Segundo Claudio Sassaki, mestre em Educação pela Universidade de Stanford e cofundador da Geekie, essas são algumas questões pertinentes que a OECD tenta trazer para a pauta dos países. “Enquanto a inovação tem sido tratada pelas corporações privadas como uma questão estratégica, permanece como uma agenda política marginal na maioria dos sistemas educacionais. Para mudar esse cenário é preciso transformar a escola”, salienta.
Tecnologia e intencionalidade pedagógica
Sassaki analisa que a educação precisa se moldar à geração Z. Afinal, as escolas devem responder à demanda de preparar esses jovens digitais para serem bons cidadãos e bons profissionais, mas tendo a perspectiva que vida e tecnologia se tornaram inseparáveis.
“Para essa geração, há um vasto conteúdo disponível por meio de um clique na tela. É fato que esses jovens estão produzindo o próprio conteúdo. Aliás, essa produção é maior do que a elaborada por qualquer geração na História. Diante disso, esses estudantes aprendem de maneiras fundamentalmente diferentes”, afirma.
Ele ressalta que o desafio é levar a tecnologia para dentro da sala de aula, mas respeitando a intencionalidade pedagógica. “Aliar a tecnologia de ponta às metodologias pedagógicas inovadoras potencializa o aprendizado. Com avanços tecnológicos exponenciais, o desafio é direcioná-los para levarmos a educação a um novo patamar. Então, não se trata de automatização, mas da possibilidade inovadora de personalizar, canalizar o tempo dos educadores e gestores para o que realmente importa e utilizar os recursos e metodologias capazes de apoiar uma educação coerente com as necessidades dos nossos alunos”, analisa.
Como a Geekie trabalha para educar a geração Z
Para a Geekie, a revolução digital não modificou só as ferramentas. Afinal, a ciência atesta que a própria maneira de pensar, aprender e se comportar já não são as mesmas de décadas atrás.
Claudio Sassaki aponta os insights que mostram as necessidades de aprendizado dos alunos da geração Z. Segundo ele, a empresa tem trabalhado nesse sentido com o Geekie One – nova dinâmica pedagógica, desenvolvida para tornar visível a jornada do aprendizado, estimulando relações e ações conscientes que fortalecem o brilho de cada aluno.
Essas e outras demandas são plenamente atendidas para conectar os jovens com o futuro da educação no presente. Desse modo, os recursos conversam diretamente com a necessidade de a educação se adequar à era tecnológica.
Entre eles estão: a possibilidade de atualização e contextualização do conteúdo em tempo real, as ferramentas que estimulam o aprendizado colaborativo, os recursos multimídia que estimulam diversos tipos de aprendizagem e rotinas dinâmicas.
Insights para educar a Geração Z
No artigo Adeus, ensino tradicional: porque aprender não é linear –publicado no norte-americano EdSurge, portal referência em inovação tecnológica na educação – Dwight Carter, diretor do New Albany High School, discute a eficácia do ensino tradicional no século XXI. Desse modo, ele defende a importância de uma aprendizagem mais dinâmica e criativa.
O educador aponta que vivemos um dos momentos mais diruptivos e empolgantes da história: a era da informação. Assim, com base nessa pensata, a equipe de educadores da Geekie compartilha três insights para tornar a educação mais significativa para os alunos da geração Z:
Aprendizagem constante, a qualquer hora, em qualquer lugar
Com a ascensão das plataformas de aprendizagem on-line e das redes sociais, alunos podem se conectar, comunicar e colaborar com seus professores e colegas para expandir o aprendizado para além das barreiras escolares. Desse modo, o uso da tecnologia enfatiza o poder do estudante de aprender no próprio ritmo, no próprio local e de forma mais aprofundada. O conteúdo que acompanha esse aluno.
Potencializar a capacidade de concentração
A geração Z absorve milhares de imagens e mensagens digitais diariamente. Para tornar a aprendizagem mais relevante para esses alunos, os educadores precisam não apenas incorporar ferramentas multimídia, mas empoderá-los para que criem e integrem diversos meios para demonstrar os próprios conhecimentos. A partir do momento em que adotamos tecnologia em sala de aula, esse processo passa a ser natural.
Desenvolvimento de habilidades transversais ao conteúdo
Uma pesquisa da Dell Technologies revela que 85% das profissões que teremos em 2030 ainda não existem. Se a previsão se realizar, será impossível ensinar à essa geração o conteúdo necessário para que estejam preparados para tais profissões.
A chave está, portanto, em ensinar a aprender. Precisamos considerar como desenvolver habilidades essenciais, como comunicação, colaboração, criatividade e pensamento crítico, por meio de disciplinas específicas.
Uma abordagem possível é trabalhar a multidisciplinaridade e dar aos alunos a oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos e construídos de formas significativas. Essas práticas podem ajudar a criar condições necessárias para que estudantes exercitem as competências que irão transcender empregos e carreiras.
Segundo Claudio Sassaki, educadores e pais têm que ajudar os jovens da geração Z a desenvolver o hábito de estudar e aprender a vida toda, o chamado life long learning. “Devemos incentivar os nossos jovens a se atualizar com mais frequência, porque atualmente o conhecimento é criado muito mais rápido do que há décadas. Esse contexto torna essencial o desenvolvimento de habilidades como se concentrar, priorizar e aprofundar – capacidades que são importantes não apenas para o mundo do trabalho, mas para o aprendizado como um todo”, conclui.
Sobre a Geekie
A Geekie foi fundada em 2011, pelos empreendedores Claudio Sassaki e Eduardo Bontempo, com a missão de transformar a educação do país. Dessa forma, nos últimos sete anos, a empresa tem desenvolvido soluções inovadoras que potencializam a aprendizagem.
Com foco no Ensino Médio e Fundamental II, a empresa alia tecnologia de ponta a metodologias pedagógicas inovadoras. Atualmente, a Geekie é a única plataforma brasileira de ensino adaptativo credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) para o Guia de Tecnologias Educacionais – que identifica soluções tecnológicas capazes de melhorar a qualidade do ensino brasileiro.
Em sua trajetória, a Geekie alcançou mais de 5 mil escolas públicas e privadas de todo país, impactando cerca de 12 milhões de estudantes. Entre as certificações mais relevantes, a empresa destaca: WISE 2016 (Qatar Foundation), TOP Educação (Revista Educação, categoria software educacional mais lembrado do mercado), Empreendedor Social Brasil (Folha de São Paulo e Fundação Schwab), Empreendedor Social Mundial (Fundação Schwab), Trip Transformadores e Empresas Mais Conscientes (Revista IstoÉ) – além de compor a rede global de empreendedores Endeavor.
A Geekie conta também com investidores de tradição na área educacional como família Gradin (por meio do fundo Virtuose), Fundação Lemann, Jorge Paulo Lemann (por meio do Fundo Gera), Arco Educação, além dos fundos, o norte-americano Omidyar Network e o japonês Mitsui & Co. www.geekie.com.br
MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
Frida Luna Boutique de Comunicação
Betânia Lins betania.lins@gmail.com
Celular: (11) 9 7338-3879

