“Múltiplas Inteligências”: as diferentes formas de aprender exigem do professor o reconhecimento das particularidades dos estudantes

A diversidade em sala de aula pode ser a melhor aliada de professores e professoras para trabalharem diferentes abordagens, metodologias e estratégias no processo de aprendizagem.

Em uma turma, a heterogeneidade dos estudantes é marcante. Cada indivíduo dentro da sala de aula é único e possui seus conhecimentos prévios e formações culturais, sociais, biológicas e emocionais. Dada a diversidade, é natural haver múltiplas inteligências e distintas formas de aprender um mesmo tema didático. 

Howard Gardner, professor da Universidade de Harvard e mundialmente renomado por sua teoria das múltiplas inteligências, defende que alunos e alunas não chegam à escola como tábulas rasas ou como seres que podem ser alinhados de uma única forma ao longo de sua formação.

“Eles possuem tipos diferentes de mentes, com diferentes potencialidades, interesses e modos de processar informações. Embora essa variação inicialmente complique o trabalho do professor, ela pode se tornar um aliado no ensino efetivo, pois, se o professor for capaz de usar abordagens pedagógicas diferentes, existe a possibilidade de alcançar mais estudantes de maneiras mais efetivas” – Howard Gardner

As oportunidades, como reforça o teórico, são muitas e exigem criatividade dos docentes. Ao considerar a necessidade de adaptar o processo de aprendizagem às particularidades dos estudantes, educadores e educadoras precisam entender, antes de mais nada, quais são as possibilidades para tratar os temas disciplinares nas aulas e, a partir daí, fazer as associações e considerações necessárias para cumprir com os objetivos de aprendizagem.

Confira mais sobre a teoria de Howard Gardner e como trabalhar com as múltiplas inteligências em nosso infográfico.

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As citações de Gardner apresentadas neste texto são do artigo “Abordagens múltiplas à inteligência”, disponível no livro “Teorias contemporâneas da aprendizagem”, organizado por Knud Illeris (Editora Penso, 2013).

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